Escrevendo cΓ³digo Go, frequentemente me pego gritando palavrΓ΅es mentalmente (ou em alto e bom som) a respeito de diversos aspectos da linguagem. Pro bem ou pro mal, nΓ£o dura mais do que um suspiro e ao fim e ao cabo apenas escrevo o cΓ³digo necessΓ‘rio para o problema em mΓ£os.
Uma questΓ£o em particular estΓ‘ quase sempre presente nesses momentos: a maneira como Go lida com erros. Como sempre reclamo das mesmas coisas e de todo modo me resigno ao final, me ocorreu que poderia ser interessante sumarizar alguns pensamentos sobre o assunto.